domingo, 16 de novembro de 2008
Sete ensaios suspensos por suspeita de mortes atribuíveis a fármacos
Quando um doente aceita participar num ensaio clínico tomando um medicamento experimental pode estar, na melhor das hipóteses, entre os primeiros a ter acesso a um medicamento inovador anos antes de este chegar ao mercado. Na pior das hipóteses, está sujeito a efeitos na sua saúde pouco conhecidos e até à morte. Em Portugal, desde o ano passado até agora foram suspensos 11 ensaios: sete por ocorrência de mortes acima do esperado e quatro depois de "acontecimentos adversos graves". Há outros dois em avaliação por alertas de segurança.
Este ano foram autorizados em Portugal 125 ensaios clínicos, um número que desceu dos 311 do ano passado. Neste momento o Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde) estima que em Portugal haja 3795 pessoas a tomar medicamentos em regime experimental - no ano passado o número tinha sido quase igual. O último ensaio clínico a ser suspenso em Portugal por alerta de riscos graves para os doentes foi o medicamento contra a obesidade Acomplia porque, de acordo com dados internacionais, se julga que poderá ter estado na origem do suicídio de doentes.
O Infarmed não nega que haja mortes que poderão ser imputáveis a medicamentos experimentais, mas não as divulga porque nas notificações que recebem não estão separados os casos em que pode existir causa-efeito e situações que nada têm a ver com o fármaco, explica o director do organismo público, Vasco Maria. Dois exemplos: se um doente é atropelado durante um ensaio clínico este facto tem que ser notificado pelo médico porque pode ter acontecido, remotamente, porque a pessoa teve tonturas, e mesmo as mortes de doentes que estavam a tomar placebo (substâncias inócuas que servem de comparação com o fármaco testado) são reportadas.
Fora as mortes, em 2007 foram notificados 62 "acontecimentos adversos graves" e este ano o número vai em 91. Trata-se de situações que puseram em risco a vida do participante em ensaio clínico, exigindo internamentos ou resultando em deficiências ou incapacidades, diz a legislação. "É o preço que temos que pagar para ter progresso e inovação. É preciso que algumas pessoas corram riscos para toda a sociedade beneficiar", nota Vasco Maria. "Trabalhamos em áreas de incerteza."
As principais áreas dos ensaios clínicos em Portugal, que coincidem com as prioridades de investigação da indústria farmacêutica a nível mundial, são a oncologia e o HIV/sida, mas a neurologia (doenças neurodegenerativas) e a oftalmologia estão em crescimento, afirma António Barros Veloso, presidente da Comissão de Ética para a Investigação Clínica, que desde 2004 tem que autorizar a realização de ensaios.
Público
Este ano foram autorizados em Portugal 125 ensaios clínicos, um número que desceu dos 311 do ano passado. Neste momento o Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde) estima que em Portugal haja 3795 pessoas a tomar medicamentos em regime experimental - no ano passado o número tinha sido quase igual. O último ensaio clínico a ser suspenso em Portugal por alerta de riscos graves para os doentes foi o medicamento contra a obesidade Acomplia porque, de acordo com dados internacionais, se julga que poderá ter estado na origem do suicídio de doentes.
O Infarmed não nega que haja mortes que poderão ser imputáveis a medicamentos experimentais, mas não as divulga porque nas notificações que recebem não estão separados os casos em que pode existir causa-efeito e situações que nada têm a ver com o fármaco, explica o director do organismo público, Vasco Maria. Dois exemplos: se um doente é atropelado durante um ensaio clínico este facto tem que ser notificado pelo médico porque pode ter acontecido, remotamente, porque a pessoa teve tonturas, e mesmo as mortes de doentes que estavam a tomar placebo (substâncias inócuas que servem de comparação com o fármaco testado) são reportadas.
Fora as mortes, em 2007 foram notificados 62 "acontecimentos adversos graves" e este ano o número vai em 91. Trata-se de situações que puseram em risco a vida do participante em ensaio clínico, exigindo internamentos ou resultando em deficiências ou incapacidades, diz a legislação. "É o preço que temos que pagar para ter progresso e inovação. É preciso que algumas pessoas corram riscos para toda a sociedade beneficiar", nota Vasco Maria. "Trabalhamos em áreas de incerteza."
As principais áreas dos ensaios clínicos em Portugal, que coincidem com as prioridades de investigação da indústria farmacêutica a nível mundial, são a oncologia e o HIV/sida, mas a neurologia (doenças neurodegenerativas) e a oftalmologia estão em crescimento, afirma António Barros Veloso, presidente da Comissão de Ética para a Investigação Clínica, que desde 2004 tem que autorizar a realização de ensaios.
Público
domingo, 9 de novembro de 2008
o pAÍS qUE tEMOS é O qUE mERECEMOS?
- Um jovem de 18 anos recebe Eur 200 do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma Eur 236 depois de toda uma vida do trabalho.
-Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco.
-O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.
-Um professor é sovado por um aluno ou pelas mães dos alunos e o Governo diz que a culpa é das causas sociais.
- O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque nãopaga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos)
- No exame final de 12º ano quem fôr apanhado a copiar chumba o ano, o primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa, mandou por faxe e é engenheiro.
- Uma senhora que vai a conduzir e a falar ao telemóvel em pleno dia na Av. da Liberdade, vê atravessar-se à sua frente, bloqueando-lhe o caminho, um BMW camuflado da policia. Saem 4 policias e diregem-se à criminosa com ar ameaçador. Um deles tem um papel que os identifica como POLICIA. A mesma senhora está a ser assaltada à entrada de casa e não aparece ninguém!
- Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem, não pagas as finanças a tempo e horas passado um dia já estas a pagar juros.
- Fechas a janela da tua varanda e estas a fazer uma obra ilegal, constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.
- Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num oficio respeitável, é exploração do trabalho infantil, se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe.
Estamos orgulhosos do país que temos!
casinosnabanca.blogspot.com/
-Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco.
-O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.
-Um professor é sovado por um aluno ou pelas mães dos alunos e o Governo diz que a culpa é das causas sociais.
- O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque nãopaga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos)
- No exame final de 12º ano quem fôr apanhado a copiar chumba o ano, o primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa, mandou por faxe e é engenheiro.
- Uma senhora que vai a conduzir e a falar ao telemóvel em pleno dia na Av. da Liberdade, vê atravessar-se à sua frente, bloqueando-lhe o caminho, um BMW camuflado da policia. Saem 4 policias e diregem-se à criminosa com ar ameaçador. Um deles tem um papel que os identifica como POLICIA. A mesma senhora está a ser assaltada à entrada de casa e não aparece ninguém!
- Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem, não pagas as finanças a tempo e horas passado um dia já estas a pagar juros.
- Fechas a janela da tua varanda e estas a fazer uma obra ilegal, constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.
- Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num oficio respeitável, é exploração do trabalho infantil, se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe.
Estamos orgulhosos do país que temos!
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sábado, 1 de novembro de 2008
Miguel Sousa Tavares cáustico sobre gratificações da SAD

"Prémios pelo 3.º lugar são um belo exemplo para os jogadores"
Crítico assumido da gestão portista nos últimos anos, Miguel Sousa Tavares não poupa a administração da SAD pelos 700 mil euros de prémios que Pinto da Costa e restantes administradores receberam pelo último título nacional, e revela ao DN sport o seu "espanto" pela tabela de gratificações revelada pelo último Relatório e Contas consolidado - que prevê um prémio (50% sobre o vencimento) para a administração mesmo no caso do FC Porto ficar em segundo ou terceiro lugar da Liga. "É um belo exemplo para os jogadores, ver que o segundo ou o terceiro lugares dão direito a prémios chorudos para os administradores", aponta.
O jornalista e escritor portista é especialmente cáustico para com a recente Comissão de Vencimentos, responsável pela tabela de gratificações agora revelada. "Isto só não me espanta mais porque quem está à frente da Comissão de Vencimentos é Alípio Dias, que a única coisa que faz é abanar que sim com a cabeça", critica.
Relembre-se que segundo os dados publicados neste último Relatório e Contas consolidado, referente ao exercício de 2007/08, Pinto da Costa e os administradores da SAD receberam um total de 2,2 milhões de euros de remuneração, 700 mil deles de prémio pelo tricampeonato. Mais: a tabela de prémios estabelecida para a administração revela que uma vitória na Liga dá direito a 75% de prémio sobre o vencimento bruto, a vitória na UEFA 100%, na Liga dos Campeões 120% e mesmo o 2.º e 3.º lugares no campeonato valem 50% de gratificação.
Miguel Sousa Tavares acrescenta algumas preocupações, como o aumento do passivo (de 116,6 para 141,1 milhões de euros), "Não sei onde é que o FC Porto desbarata tanto dinheiro", diz, alertando ainda para o fim do filão das transferências milionárias que têm sustentado a SAD. "Já só há o Lucho, o Lisandro e o Bruno Alves para vender, o que devem fazer no próximo Verão. Depois disso quero ver quem vai querer comprar o Benítez ou o Guarin", afirma, numa crítica à política de contratações, sem esquecer o aumento dos custos salariais apresentado no relatório. "Quando se anda a pagar a 50 e tal jogadores não me espanta que os salários disparem", refere, visando os vários jogadores emprestados.
Já Pôncio Monteiro, membro do Conselho Consultivo da FC Porto SAD, considera normais as gratificações aos administradores. "Desde que há as SAD's que a filosofia de gestão é diferente. Passou tudo a ser profisisonalizado e os prémios por objectivos são normais em qualquer empresa", diz. Pôncio defende ainda a gestão da SAD: "O que me preocupa enquanto sócio é que a gestão valorize o património e consiga resultados desportivos. E isso tem sido conseguido." De resto, não concorda que o FC Porto esteja mais fraco este ano. "Habituou foi a ganhar sempre e quando isso não acontece os sinos tocam a rebate".
DN
qUADRAS pOPULARES!!!!

Ó meu rico Santo António
Meu santinho Milagreiro
Vê se levas o Zé Sócrates
P'ra junto do Sá Carneiro
Se puderes faz um esforço
Porque o caminho é penoso
Aproveita a viagem
E leva o Durão Barroso
Para que tudo corra bem
E porque a viagem entristece
Faz uma limpeza geral
E leva também o PS
Para que não fiquem a rir-se
Os senhores do PSD
Mete-os no mesmo carro
Juntamente com os do PCP
Porque a viagem é cara
E é preciso cultivar as hortas
Para rentabilizar o percurso
Não deixes cá o Paulo Portas
Para ficar tudo limpo
E purificar bem a coisa
Arranja um cantinho
E leva o Jerónimo de Sousa
Como estamos em democracia
Embora não pareça às vezes
Aproveita o transporte
E leva também o Menezes
Se puderes faz esse jeito
Em Maio, mês da maçã
A temperatura está a preceito
Não te esqueças do Louçã
Todos eles são matreiros
E vivem à base de golpes
Faz lá mais um favorzinho
E leva o Santana Lopes
Isto chegou a tal ponto
E vão as coisas tão mal
Que só varrendo esta gente
Se salvará Portugal
Autor Conhecido
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