
Um dos três operários suspeitos já foi condenado por tentativa de homicídio
O Tribunal de Aveiro adiou para segunda-feira o primeiro interrogatório a três homens acusados da prática de crimes de sequestro, coacção agravada e detenção de arma proibida. Um dos suspeitos foi condenado recentemente por homicídio na forma tentada, tendo recorrido da sentença. Atendendo à moldura penal em causa, ficaram em liberdade.A vítima, construtor civil na casa dos 35 anos, residente em Vagos, alegadamente devia dinheiro a um dos autores a quem subcontratava certos trabalhos. Quando teve oportunidade, foi denunciar o caso à GNR onde se apresentou "com medo e a pedir refúgio", apurou o DN .Os suspeitos, de 21, 24 e 45 anos, operários também residentes no concelho vaguense, terão mantido sob sequestro o indivíduo na quarta-feira, numa garagem na Quinta da Bela Vista, arredores de Aveiro, onde estavam a fazer obras. Segundo fonte policial, terão ameaçado o patrão "durante várias horas" com uma arma de fogo "apontada à cabeça" exigindo-lhe o "imediato" pagamento de uma dívida que tinha para um deles, cerca de 2 a 3 mil euros. Um morador que passava nas imediações ainda tentou intervir mas o grupo ameaçou-o "fazendo desaparecer". Segundo relato policial, a vítima foi ameaçada de que "seria morta e atirada ao rio", no caso ao Rio Boco, em Vagos, se não entregasse o dinheiro mas, ao fim de algum tempo, acabaria por conseguir que fosse libertado, convencendo os alegados sequestradores que tinha forma de angariar a quantia reclamada. Abandonou o local, sem a viatura e o telemóvel retidos pelos suspeitos "supostamente como garantia".O homem, que terá um historial de dívidas aos trabalhadores que contrata, acabou por ir bater à porta da GNR "em pânico", tendo o caso passado para a alçada da PJ de Aveiro que recuperou os bens na posse dos suspeitos, bem como a pistola.Um dos suspeitos tinha sido condenado a pena de prisão efectiva por homicídio na forma tentada, estando a aguardar em liberdade o recurso da sentença. Ficou há cerca de um mês sem vigilância electrónica.
O Tribunal de Aveiro adiou para segunda-feira o primeiro interrogatório a três homens acusados da prática de crimes de sequestro, coacção agravada e detenção de arma proibida. Um dos suspeitos foi condenado recentemente por homicídio na forma tentada, tendo recorrido da sentença. Atendendo à moldura penal em causa, ficaram em liberdade.A vítima, construtor civil na casa dos 35 anos, residente em Vagos, alegadamente devia dinheiro a um dos autores a quem subcontratava certos trabalhos. Quando teve oportunidade, foi denunciar o caso à GNR onde se apresentou "com medo e a pedir refúgio", apurou o DN .Os suspeitos, de 21, 24 e 45 anos, operários também residentes no concelho vaguense, terão mantido sob sequestro o indivíduo na quarta-feira, numa garagem na Quinta da Bela Vista, arredores de Aveiro, onde estavam a fazer obras. Segundo fonte policial, terão ameaçado o patrão "durante várias horas" com uma arma de fogo "apontada à cabeça" exigindo-lhe o "imediato" pagamento de uma dívida que tinha para um deles, cerca de 2 a 3 mil euros. Um morador que passava nas imediações ainda tentou intervir mas o grupo ameaçou-o "fazendo desaparecer". Segundo relato policial, a vítima foi ameaçada de que "seria morta e atirada ao rio", no caso ao Rio Boco, em Vagos, se não entregasse o dinheiro mas, ao fim de algum tempo, acabaria por conseguir que fosse libertado, convencendo os alegados sequestradores que tinha forma de angariar a quantia reclamada. Abandonou o local, sem a viatura e o telemóvel retidos pelos suspeitos "supostamente como garantia".O homem, que terá um historial de dívidas aos trabalhadores que contrata, acabou por ir bater à porta da GNR "em pânico", tendo o caso passado para a alçada da PJ de Aveiro que recuperou os bens na posse dos suspeitos, bem como a pistola.Um dos suspeitos tinha sido condenado a pena de prisão efectiva por homicídio na forma tentada, estando a aguardar em liberdade o recurso da sentença. Ficou há cerca de um mês sem vigilância electrónica.
DN
Sem comentários:
Enviar um comentário