domingo, 21 de dezembro de 2008

oS vERDADEIROS pORTUGAS!!!!


Provocaram 138 acidentes para enganar seguradoras
Dois donos de oficinas de automóveis e um empregado de stand, de Santa Maria da Feira, são acusados de ter simulado pelos menos 138 acidentes rodoviários, entre 2000 e 2006, para enganar seguradoras. Ministério Público de Espinho acusou 46 pessoas por burlas que renderam 750 mil euros.

Os dois alegados cérebros do "esquema organizado" são, segundo a acusação do Ministério Público (MP) do tribunal de Espinho, dois proprietários de oficinas de reparação de automóveis, em Lobão e Caldas de S. Jorge, Feira. Esta sexta-feira, deveriam ter sido interrogados em tribunal, mas faltaram alegando doença. Sorte diferente teve o funcionário de um stande de automóveis, também arguido, que foi preso preventivamente, no mesmo dia.

As burlas, que terão provocado 750 mil euros de prejuízos às seguradoras, passavam por duas modalidades de acidentes: alguns eram previamente combinados entre os intervenientes e noutros os condutores dos carros atingidos desconheciam a verdadeira intenção do embate. Os arguidos "não se preocupavam minimamente com as consequências", "nomeadamente com a integridade física dos condutores dos outros veículos e dos respectivos passageiros" acusa o MP.

Os dois donos de oficinas contaram com a colaboração de vários condutores. Os locais dos acidentes (pouco movimentados) e a hora (normalmente ao início da (noite) eram previamente combinados. Só na Rotunda de Santo Ovídio, em Vila Nova de Gaia, foram registados 12 casos (ver infografia). Espinho, sobretudo as ruas do centro, era outra das zonas preferidas do grupo .

Mas a burla tinha outros ainda contornos mais elaborados. A investigação, levada a cabo por dois elementos da PSP de Espinho - a 26 de Junho de 2007 foram detidas seis pessoas -, apurou que os veículos seriam previamente preparados com peças estragadas, sobretudo na frente onde, por regra, eram embatidos. Isto implicava reparações mais caras e, consequentemente, mais avultadas indemnizações pagas pelas seguradoras. Para transmitir a ideia de maior violência dos embates era provocado também o disparo dos "airbag".

A acusação adianta ainda que, por vezes, a chapa dos veículos era previamente danificada no local provável da colisão. Nestes casos, os carros que participavam na simulação nem sequer chegavam a tocar-se. O condutor da viatura com prioridade encenava depois um despiste e embatia num poste ou num muro, a fim de provocar mais estragos.

"Nestes acidentes os condutores que por vezes constam da participação policial ou das declarações amigáveis de acidente de automóvel não eram os verdadeiros intervenientes" mas, adianta o MP, "seguiam ao lado do motorista, identificando-se como condutores perante as autoridades policiais que, a pedido dos mesmos, compareciam no local".

Para tornar a operação ainda mais rentável, os suspeitos substituíam peças boas por peças estragadas nas viaturas acidentadas e causavam mais algumas amolgadelas antes da peritagem.

Nos acidentes que não eram alvo de combinação prévia, os arguidos procuravam rotundas, cruzamentos ou entroncamentos e circulavam até aparecer uma oportunidade de embater noutro veículo, por exemplo junto a vias com sinal de stop ou de aproximação de estrada com prioridade. "Nestes acidentes, os arguidos, ao invés de travarem ou desviarem, como podiam e deviam, evitando o embate, imprimiam maior velocidade ao veículo que conduziam e não permitiam ao outro condutor qualquer reacção", diz o MP.

Outra burla passava por participar simular quebras de vidros que não tinham ocorrido. Um fio de pesca num pára-brisas molhado dava a nítida impressão, nas fotografias apresentadas, que o mesmo estava partido. Segundo o MP, os arguidos chegavam até a ir ao hospital, mesmo não estando feridos, para mais tarde poderem solicitar a respectiva indemnização às seguradoras.

JN

domingo, 16 de novembro de 2008

o sENHOR pRESIDENTE eMPREITEIRO sALVADOR!!!

http://www.youtube.com/watch?v=2KyFP5NINmQ

Sete ensaios suspensos por suspeita de mortes atribuíveis a fármacos

Quando um doente aceita participar num ensaio clínico tomando um medicamento experimental pode estar, na melhor das hipóteses, entre os primeiros a ter acesso a um medicamento inovador anos antes de este chegar ao mercado. Na pior das hipóteses, está sujeito a efeitos na sua saúde pouco conhecidos e até à morte. Em Portugal, desde o ano passado até agora foram suspensos 11 ensaios: sete por ocorrência de mortes acima do esperado e quatro depois de "acontecimentos adversos graves". Há outros dois em avaliação por alertas de segurança.

Este ano foram autorizados em Portugal 125 ensaios clínicos, um número que desceu dos 311 do ano passado. Neste momento o Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde) estima que em Portugal haja 3795 pessoas a tomar medicamentos em regime experimental - no ano passado o número tinha sido quase igual. O último ensaio clínico a ser suspenso em Portugal por alerta de riscos graves para os doentes foi o medicamento contra a obesidade Acomplia porque, de acordo com dados internacionais, se julga que poderá ter estado na origem do suicídio de doentes.

O Infarmed não nega que haja mortes que poderão ser imputáveis a medicamentos experimentais, mas não as divulga porque nas notificações que recebem não estão separados os casos em que pode existir causa-efeito e situações que nada têm a ver com o fármaco, explica o director do organismo público, Vasco Maria. Dois exemplos: se um doente é atropelado durante um ensaio clínico este facto tem que ser notificado pelo médico porque pode ter acontecido, remotamente, porque a pessoa teve tonturas, e mesmo as mortes de doentes que estavam a tomar placebo (substâncias inócuas que servem de comparação com o fármaco testado) são reportadas.

Fora as mortes, em 2007 foram notificados 62 "acontecimentos adversos graves" e este ano o número vai em 91. Trata-se de situações que puseram em risco a vida do participante em ensaio clínico, exigindo internamentos ou resultando em deficiências ou incapacidades, diz a legislação. "É o preço que temos que pagar para ter progresso e inovação. É preciso que algumas pessoas corram riscos para toda a sociedade beneficiar", nota Vasco Maria. "Trabalhamos em áreas de incerteza."

As principais áreas dos ensaios clínicos em Portugal, que coincidem com as prioridades de investigação da indústria farmacêutica a nível mundial, são a oncologia e o HIV/sida, mas a neurologia (doenças neurodegenerativas) e a oftalmologia estão em crescimento, afirma António Barros Veloso, presidente da Comissão de Ética para a Investigação Clínica, que desde 2004 tem que autorizar a realização de ensaios.

Público

domingo, 9 de novembro de 2008

Vamos mudar o rumo de POrtugal


Vamos eleger o primeiro afro para Primeiro-Ministro

Eubama Da Silva Ferreira

o pAÍS qUE tEMOS é O qUE mERECEMOS?

- Um jovem de 18 anos recebe Eur 200 do Estado para não trabalhar; um idoso recebe de reforma Eur 236 depois de toda uma vida do trabalho.

-Um marido oferece um anel à sua mulher e tem de declarar a doação ao fisco.

-O mesmo fisco penhora indevidamente o salário de um trabalhador e demora 3 anos a corrigir o erro.

-Um professor é sovado por um aluno ou pelas mães dos alunos e o Governo diz que a culpa é das causas sociais.

- O governo incentiva as pessoas a procurarem energias alternativas ao petróleo e depois multa quem coloca óleo vegetal nos carros porque nãopaga ISP (Imposto sobre produtos petrolíferos)

- No exame final de 12º ano quem fôr apanhado a copiar chumba o ano, o primeiro-ministro fez o exame de inglês técnico em casa, mandou por faxe e é engenheiro.

- Uma senhora que vai a conduzir e a falar ao telemóvel em pleno dia na Av. da Liberdade, vê atravessar-se à sua frente, bloqueando-lhe o caminho, um BMW camuflado da policia. Saem 4 policias e diregem-se à criminosa com ar ameaçador. Um deles tem um papel que os identifica como POLICIA. A mesma senhora está a ser assaltada à entrada de casa e não aparece ninguém!

- Começas a descontar em Janeiro o IRS e só vais receber o excesso em Agosto do ano que vem, não pagas as finanças a tempo e horas passado um dia já estas a pagar juros.

- Fechas a janela da tua varanda e estas a fazer uma obra ilegal, constrói-se um bairro de lata e ninguém vê.

- Se o teu filho não tem cabeça para a escola e com 14 anos o pões a trabalhar contigo num oficio respeitável, é exploração do trabalho infantil, se és artista e o teu filho com 7 anos participa em gravações de telenovelas 8 horas por dia ou mais, a criança tem muito talento, sai ao pai ou à mãe.

Estamos orgulhosos do país que temos!

casinosnabanca.blogspot.com/

sábado, 1 de novembro de 2008

Miguel Sousa Tavares cáustico sobre gratificações da SAD


"Prémios pelo 3.º lugar são um belo exemplo para os jogadores"


Crítico assumido da gestão portista nos últimos anos, Miguel Sousa Tavares não poupa a administração da SAD pelos 700 mil euros de prémios que Pinto da Costa e restantes administradores receberam pelo último título nacional, e revela ao DN sport o seu "espanto" pela tabela de gratificações revelada pelo último Relatório e Contas consolidado - que prevê um prémio (50% sobre o vencimento) para a administração mesmo no caso do FC Porto ficar em segundo ou terceiro lugar da Liga. "É um belo exemplo para os jogadores, ver que o segundo ou o terceiro lugares dão direito a prémios chorudos para os administradores", aponta.

O jornalista e escritor portista é especialmente cáustico para com a recente Comissão de Vencimentos, responsável pela tabela de gratificações agora revelada. "Isto só não me espanta mais porque quem está à frente da Comissão de Vencimentos é Alípio Dias, que a única coisa que faz é abanar que sim com a cabeça", critica.

Relembre-se que segundo os dados publicados neste último Relatório e Contas consolidado, referente ao exercício de 2007/08, Pinto da Costa e os administradores da SAD receberam um total de 2,2 milhões de euros de remuneração, 700 mil deles de prémio pelo tricampeonato. Mais: a tabela de prémios estabelecida para a administração revela que uma vitória na Liga dá direito a 75% de prémio sobre o vencimento bruto, a vitória na UEFA 100%, na Liga dos Campeões 120% e mesmo o 2.º e 3.º lugares no campeonato valem 50% de gratificação.

Miguel Sousa Tavares acrescenta algumas preocupações, como o aumento do passivo (de 116,6 para 141,1 milhões de euros), "Não sei onde é que o FC Porto desbarata tanto dinheiro", diz, alertando ainda para o fim do filão das transferências milionárias que têm sustentado a SAD. "Já só há o Lucho, o Lisandro e o Bruno Alves para vender, o que devem fazer no próximo Verão. Depois disso quero ver quem vai querer comprar o Benítez ou o Guarin", afirma, numa crítica à política de contratações, sem esquecer o aumento dos custos salariais apresentado no relatório. "Quando se anda a pagar a 50 e tal jogadores não me espanta que os salários disparem", refere, visando os vários jogadores emprestados.

Já Pôncio Monteiro, membro do Conselho Consultivo da FC Porto SAD, considera normais as gratificações aos administradores. "Desde que há as SAD's que a filosofia de gestão é diferente. Passou tudo a ser profisisonalizado e os prémios por objectivos são normais em qualquer empresa", diz. Pôncio defende ainda a gestão da SAD: "O que me preocupa enquanto sócio é que a gestão valorize o património e consiga resultados desportivos. E isso tem sido conseguido." De resto, não concorda que o FC Porto esteja mais fraco este ano. "Habituou foi a ganhar sempre e quando isso não acontece os sinos tocam a rebate".

DN

qUADRAS pOPULARES!!!!


Ó meu rico Santo António
Meu santinho Milagreiro
Vê se levas o Zé Sócrates
P'ra junto do Sá Carneiro

Se puderes faz um esforço
Porque o caminho é penoso
Aproveita a viagem
E leva o Durão Barroso

Para que tudo corra bem
E porque a viagem entristece
Faz uma limpeza geral
E leva também o PS

Para que não fiquem a rir-se
Os senhores do PSD
Mete-os no mesmo carro
Juntamente com os do PCP

Porque a viagem é cara
E é preciso cultivar as hortas
Para rentabilizar o percurso
Não deixes cá o Paulo Portas

Para ficar tudo limpo
E purificar bem a coisa
Arranja um cantinho
E leva o Jerónimo de Sousa

Como estamos em democracia
Embora não pareça às vezes
Aproveita o transporte
E leva também o Menezes

Se puderes faz esse jeito
Em Maio, mês da maçã
A temperatura está a preceito
Não te esqueças do Louçã

Todos eles são matreiros
E vivem à base de golpes
Faz lá mais um favorzinho
E leva o Santana Lopes

Isto chegou a tal ponto
E vão as coisas tão mal
Que só varrendo esta gente
Se salvará Portugal

Autor Conhecido

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Por que no te callas!?


Hugo Chávez: «Vayanse al carajo yankees de mierda, que aquí hay un pueblo digno»

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

ASAE encerrou o Bacalhau à Narcisa


Era um dos mais antigos e típicos restaurantes do País
Um bacalhau com cebolada e batata frita às rodelas, servido numa mesa de pedra à sombra de uma ramada de vides e regado por um verde na tigela. Esta é uma das imagens da velha tasca onde, desde há mais de um século, é servido o tradicional Bacalhau à Narcisa, em Braga, e que ontem foi mandada fechar pela Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE).
Os inspectores já tinham notificado os proprietários do restaurante de que só podiam continuar a servir refeições se realizassem "obras de fundo" na cozinha e nas casas de banho.
Ontem, pelas 15h00, deslocaram-se à velha casa do Bacalhau à Narcisa, mas encontraram as portas fechadas, já que, pelo que apurámos, os almoços tinham terminado pelas 14h30, duas horas mais cedo do que o habitual.
O encerramento desta típica casa, que por norma figura em quase todos os roteiros gastronómicos do País, não foi bem aceite pelos clientes habituais, embora quase todos eles sejam da opinião de que as obras são necessárias.
"Eu vou lá pelo menos uma vez por semana e lamento esta situação. É certo que a casa precisa de algumas obras, mas não era preciso promoverem um encerramento compulsivo", disse ao Correio da Manhã Pedro Fonseca, que espera a reabertura da casa "o mais rapidamente possível". Já Luís Rodrigues, cliente habitual, lamenta que "a ASAE esteja a encerrar tudo o que é tradicional".
A verdade é que desde há alguns meses se constava na cidade que a ASAE se preparava para fechar este centenário restaurante, atendendo às más condições de várias partes do seu interior.
As casas de banho e a cozinha serão os casos mais gritantes, mas os inspectores terão aconselhado a requalificação de mais de oitenta por cento dos espaços interiores.
Ao que o CM apurou, a ASAE não se opõe ao serviço de refeições debaixo da ramada.
No Bacalhau à Narcisa parava muita gente famosa, como políticos, actores e futebolistas.
O bacalhau tinha um sabor especial, mas diz-se que o segredo estava no azeite.

CM

terça-feira, 9 de setembro de 2008

dE aRGUIDO a cANDIDATO dA cÂMARA


João Loureiro e Boavista julgados a 9 de Dezembro por acusação de fraude fiscal

O Tribunal de São João Novo, Porto, agendou para 9 de Dezembro o julgamento da SAD do Boavista e do ex-presidente do clube, João Loureiro, acusados pelo Ministério Público (MP) de crimes de fraude fiscal e abuso de confiança fiscal. Estão também constituídos arguidos no processo os ex-administradores da SAD Carlos Pissarra e Vítor Borges.

Os arguidos serão acusados de terem lesado o fisco em 3,4 milhões de euros, porque não efectuaram a entrega atempada de dinheiros relativos a IRC, IRS e imposto de selo entre 2001 e 2004. Como em 2005, a SAD do Boavista optou por pagar as dívidas fiscais, recorrendo à figura do "Procedimento Extrajudicial de Conciliação", o MP não deduziu qualquer pedido de indemnização civil.

"Encontrando-se as prestações daquelas dívidas a serem pagas, mostram-se devidamente acautelados os interesses do Estado ao nível do ressarcimento dos prejuízos patrimoniais sofridos", lê-se no texto da acusação. As irregularidades fiscais foram descobertas numa inspecção das próprias Finanças efectuada em 2004 e a acusação foi deduzida em Janeiro deste ano pelo Departamento de Investigação e Acção Penal do Porto.

O montante mais elevado refere-se a cerca de 2,5 milhões de euros de IRS retido aos salários dos futebolistas e funcionários pagos entre Fevereiro de 2003 e Fevereiro de 2004 e não entregues ao Estado no prazo legal. João Loureiro, Carlos Pissarra e Vítor Borges estão acusados da prática, em co-autoria material e em concurso real, de dois crimes de fraude fiscal e dois de abuso de confiança fiscal. Os mesmos crimes são imputados à SAD do Boavista.

Ao ser deduzida esta acusação, o ex-presidente do Boavista argumentou que o incumprimento foi originado pelo facto de o Boavista ter sido "discriminado" em relação a outros clubes que construíram estádios para o Euro 2004, bem como pela necessidade de concluir as obras em tempo útil.

João Loureiro explicou que não concorda com a acusação, mas que a respeita. A discordância, explicou, deve-se à "boa-fé" colocada pela sua gestão em todo o processo, adiantando que o Boavista se apresentou "voluntariamente para pagar a dívida", o que acontece de forma faseada, no âmbito de um acordo com o Estado. Assim, o ex-dirigente está confiante quanto a um desfecho positivo do processo.

Público

Seis horas a resgatar vítimas de derrocada


Acidente. Três trabalhadores morreram quando o prédio onde trabalhavam desabou ontem em Braga. Foi por sorte que quatro colegas escaparam ilesos. Os edifícios na zona são muito antigos e "podem ruir como um castelo de cartas"

Desabamento de parede de prédio vizinho causou acidente

Carlos Correia, 36 anos, foi o único dos quatro trabalhadores que se salvou ontem da derrocada de um prédio no centro de Braga. Telefonou logo à mãe a dizer que estava bem. "O meu filho estava a trabalhar lá dentro quando aconteceu a derrocada e calhou de safar-se. Os outros, coitados, estão lá em baixo", disse, com alívio, Aurora Soares, mãe do operário de S. Martinho de Gandra, Ponte de Lima.

Os outros três operários da construção civil morreram, soterrados, em Braga, vítimas, segundo a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), "do desabamento de uma parede do prédio adjacente" ao edifico onde procediam a obras de recuperação. Os trabalhos de resgate das vítimas entre os escombros duraram cerca de seis horas. Um quarto trabalhador conseguiu sair ileso enquanto o encarregado da obra teve de receber assistência hospitalar por estar em estado de choque. A ACT suspendeu a obra e está a averiguar as causas.

O acidente ocorreu por volta das 13.40, quando um prédio devoluto contíguo ao edifício, onde os operários trabalhavam, na Rua dos Chãos, terá desabado sobre esse mesmo imóvel. Na altura, sete operários da empresa José Cândido Martins Armada e Filhos, de Ponte de Lima, procediam a obras de recuperação, mas três deles estavam no exterior. Outros três trabalhadores - José Veríssimo, Agostinho Armada e Manuel Ribeiro Pontes, todos de Ponte de Lima - ficaram presos nos escombros e foram sendo resgatados sem vida ao longo de toda a tarde. O primeiro foi resgatado depois das 15.00, tendo sido a segunda e a terceira vítima depois das 19.00 e perto das 20.00, respectivamente. A rua foi fechada à circulação do trânsito perante a curiosidade de centenas de pessoas, prevendo-se que seja hoje reaberta.

"Às 13.45 fui à montra da pastelaria e ouvi um estrondo. Espreitei e vi uma fumaceira.", contou Valdemar Apresentação, funcionário de café nas imediações". Foi "um dos primeiros a chegar ao local" e viu um homem "aos berros a dizer: «Ai que desgraça. Estão ali os meus homens»". Depois, contou: "Vi uma muralha de destroços".

Uma segunda derrocada ao início da tarde levou a polícia a alargar ainda mais o perímetro de segurança. O fumo era bem visível. Uma mulher, construtora civil, disse que as construções naquela rua "é só saibro e um castelo de cartas pronto a desmoronar".

Segundo o governador Civil de Braga, Fernando Moniz, foram realizados "trabalhos de consolidação do edifício adjacente que consistem na colocação de uma plataforma para sustentar as fachadas". O objectivo era evitar uma outra derrocada e, por isso, foram fechadas as lojas e retiradas duas mulheres de um prédio contíguo que foram realojadas.

O secretário de Estado da Protecção Civil disse "ainda é prematuro" tirar conclusões sobre as causas da derrocada. José Medeiros adiantou que as famílias das vítimas estão a ser acompanhadas pela emergência social, pelo INEM e pelos serviços sociais municipais. Mas a ACT, que está averiguar as causas, avançou: "O desabamento de uma parede do prédio adjacente ao local em recuperação foi a causa imediata, desconhecendo-se ainda as razões do desmoronamento".

Para o presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado, "se calhar não houve o devido cuidado com o prédio que estava ao lado". Ao todo, 64 bombeiros de Braga, de Amares, Famalicão, Póvoa de Lanhoso, Vila Verde, Taipas e Viatodos, apoiados por 20 viaturas. No terreno estiveram duas equipas cinotécnicas da PSP, uma dos Bombeiros de Famalicão e outra dos Voluntários de Braga.

DN

sábado, 6 de setembro de 2008

Rendimento anual superior a 96 mil euros


Mesquita Machado, engenheiro metalúrgico, é um dos mais antigos presidentes de câmara do País, liderando o executivo da autarquia de Braga desde 1976. De acordo com a declaração entregue em 2005 no Tribunal Constitucional, Mesquita Machado registou como rendimentos de trabalho dependente 96 665 euros, montande referente ao ano de 2004.


Como património imobiliário, declarou um prédio urbano em Braga. O autarca possui ainda uma quota de cerca de 224 mil euros da sociedade agrícola Quinta do Salgueiró Lda. e outra no valor de cerca de 5 mil euros da Estalagem de Braga– Sociedade de Empreendimentos Turísticos do Minho S.A. O autarca detém ainda mais uma quota superior a 2400 euros na sociedade Teleférico Turístico S.A. Na carteira de títulos, Mesquita Machado, por exemplo, registou mais de 20 mil acções do BCP e 1270 acções da empresa Brisa.

CM

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Prisão ilegal vale mais do que a vida!!!


Nunca o Estado português foi condenado a pagar uma indemnização tão alta como no processo que envolve o ex-dirigente socialista Paulo Pedroso. Nem mesmo quando está em causa a vida humana: «O sofrimento para toda a vida» vale mais do que a maior parte das vidas perdidas em acidentes de trabalho. Em Portugal, rondam os 20 e os 40 mil euros, confirma fonte judicial ao PortugalDiário

Os factores que determinam o valor da indemnização partem da avaliação feita pelo juiz, tendo em conta o enquadramento legal. Na sentença da Relação de Lisboa, tornada pública esta terça-feira, conheceram-se as razões que levaram a que o valor da indemnização chegasse aos 131 mil euros, depois de Paulo Pedroso ter sido alvo de «um sofrimento profundo que persistirá por toda a vida».

O juiz foi sensível às descrições emocionadas que o antigo dirigente fez e fixou uma indemnização de cem mil euros por danos morais, acrescida de outra por danos patrimoniais no valor de 31 mil euros. Pedroso alega que viu frustradas as expectativas de ocupar «um lugar cimeiro nos órgãos do Estado» e que ainda hoje sofre de uma «angústia pela definição do seu futuro».

Conheça a sentença que determinou indemnização recorde em Portugal

É nos artigos 496 e 494 do Código Civil que estão determinadas as regras que tabelam a indemnização, cujo montante será «fixado equitativamente pelo tribunal», e onde se determina «o grau de culpabilidade do agente, a situação económica deste e do lesado e as demais circunstâncias do caso o justifiquem».

O agente, neste caso, o Estado já anunciou que irá recorrer da decisão, e, segundo magistrado contactado pelo PortugalDiário, o valor pode baixar. Uma outra fonte judicial disse, no entanto, que neste caso o juiz ponderou, na sentença, os danos de imagem que irão acompanhar Pedroso para o resto da vida. «A honra não tem preço», sublinhou.

Mas «a vida tem um diminuto valor no nosso sistema legal: é calculado de forma fria e a própria jurisprudência foi criando mecanismos para determinar uma quantia» a atribuir em caso de morte, explica um causídico ao PortugalDiário, acrescentando que a lei deixa o critério de decisão do montante ao juiz. Na maioria dos casos de perda de vida humana está entre os 20 e os 40 mil euros.

PD

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

fIGURONA!!!


Desde que o Presidente Cavaco foi eleito ainda não lhe ouvi uma palavra de jeito. O Presidente alinhava umas palavras em forma de discurso, soletra umas solenidades de circunstância, meia dúzia de lugares-comuns da sensatez e outras tantas banalidades, junta uma pitada de preocupação social e vago fervor patriótico, acrescenta umas generalidades institucionais e já está. Analistas políticos esparsos e à míngua de assunto e de política, desempregados de um regime sem ideologia, pragmático e material, que não pensa, não discute, não argumenta e apenas age e reage, tentam desesperados encontrar em Cavaco um pensamento, uma coerência ideológica ou, dada a necessidade de drama, uma ameaça.
Trabalhos ingratos porque Cavaco nada disto tem para dar. Nunca teve. A sua mediania coloca-o a salvo das grandes perplexidades contemporâneas e o seu desinteresse pela cultura política, ou outra, abrigam-no das interrogações que perturbaram Soares ou Sampaio, infinitamente mais cultos e mais cosmopolitas. Cavaco é o sucessor de Eanes sem a educação sociológica e histórica de Eanes. Ou seja, Eanes tornou-se um quase-intelectual com a passagem do tempo, e Cavaco permaneceu igual a si mesmo, modesto e frugal, limitado e deslocado, amarrado à âncora da sua ignorância. Cavaco detesta tempestades e mar largo, prefere porto seguro e águas calmas. Não seria o Presidente que eu quereria eleger, é o Presidente eleito. Tanto Manuel Alegre como Mário Soares teriam sido melhores Presidentes. Como dizem os cavaquistas conformados, Cavaco não tem mundo. O mal nem é este, o mal é que ele continua a não ter mundo. E o mundo não o tem a ele.
Daí os episódios paroquiais da viagem à Índia, com as queixas do "picante", ou as caricaturas de jornada onde Cavaco seja obrigado a descontrair e fazer humor. Não é o seu género. O seu género é a casa e a família, com umas incursões no país que ele genuinamente sente como seu, a seu modo. Um herói local. E um herói local incensado por um partido fundado por um homem forte e brilhante, Francisco Sá Carneiro. Um PSD que nunca encontrou substituto para o fundador e confundiu pequenas manifestações de autoritarismo e irritação com autoridade e carisma. O PSD inventou Cavaco: barões e intelectuais, bases e cúpulas, populistas e elitistas inventaram um chefe que foi rodar o carro à Figueira da Foz. Ele foi - de facto - rodar o carro à Figueira da Foz e o partido fez o resto. Faz lembrar um filme de Hal Ashby, adaptado de um romance de Jerzy Kozinsky, que conta a história de um homem simples e dado a pequenos aforismos, o jardineiro Mr. Chance, que ascende a Presidente dos Estados Unidos por um conjunto de circunstâncias. "Being There", ou "Bem-vindo Mr. Chance". É a obra-prima do grande Peter Sellers.
Passava-se aquilo num tempo em que Portugal e o mundo eram mais simples e da Europa escorria leite e mel. Cavaco administrou a fortuna misturando a parcimónia e o escrúpulo moral com a amoralidade e a rapina de negociantes políticos que ascenderam a milionários graças ao Estado. Foi um período de fartar vilanagem, e chegou para todos e para duas maiorias absolutas. O currículo académico de Cavaco, um economista mediano, ajudou-o num tempo em que começava o primado da economia sobre a política e em que o défice entrou no léxico nacional. Desígnio para o país Cavaco nunca teve, e plano para o famigerado "desenvolvimento" também não. Ninguém soube ou quis saber o que seria de Portugal daí a vinte anos porque a política portuguesa caracterizava-se pela miopia e o resultado eleitoral. O curto prazo. Pagamos hoje, duramente, as consequências desta ignorância. Sempre imaginei, academicamente, o que teria achado Sá Carneiro do seu sucessor.
O mundo entretanto mudou e o estatuto de Cavaco também. De primeiro-ministro activo passou a Presidente corta-fitas. É um lugar onde ele não faz o dano que faria como chefe do Executivo. As suas inexistências ontológicas continuam, com certa ternura, a mobilizar oráculos e análises com tanto rigor como a astrologia. Ler o desígnio de Cavaco é como ler o horóscopo. Interpretar o seu silêncio é como olhar para as estrelas. Um passatempo inofensivo que se tornou profissão. Os pequenos anúncios dos jornais estão cheios de sábios e professores que lêem o destino alheio. Inventaram a coabitação, como agora inventam o ódio. Nem Sócrates nem Cavaco têm a profundidade que os politólogos desocupados lhes querem atribuir. Embora Sócrates navegue em águas mais fundas que Cavaco. Por tudo isto, devo ser uma das pessoas que não sentiu irritação com o discurso de Cavaco sobre o estatuto político-administrativo dos Açores. É mais uma cena paroquial e uma anedota de Verão. Não estava à espera que ele fosse falar sobre o mundo complexo em que vivemos e vamos viver, com a perspicácia e a inteligência de um homem de Estado. Podemos tirar o rapaz de Boliqueime mas não podemos tirar Boliqueime do rapaz, dir-se-ia com crueldade. O Presidente Cavaco é um rapaz de Boliqueime e isso não é uma coisa boa. Nem má. É o que é. Num grande país europeu como a França, a Alemanha ou a Grã-Bretanha, Cavaco seria um apêndice, nunca um órgão político.

Clara Ferreira Alves

Não digo quanto recebo da Fundação Soares... eu adoro Cavaco, mas preciso de ganhar a vida!!

HÁ NOTÍCIAS QUE SÃO DE ALMANAQUE

Gosto das listas parvas, género, 100 Piores Títulos de Filmes Pornográficos. Uma das minhas listas preferidas deu um livro: 100 Coisas a Fazer Antes de Morrer, de Dave Freeman. Há um filme com Bill Murray em que ele todos os dias acorda no mesmo dia, faça o que fizer. Então, ele decide fazer coisas perigosas, porque, no fim de contas, acordará como sempre. Mas o interesse do livro de Freeman é que as suas propostas fazem-se bem, são só ligeiramente perigosas: ir à corrida de touros nas ruas de Pamplona, assistir a uma cerimónia de voodoo no Haiti... Há também um livro com este título: 100 Coisas a NÃO Fazer Antes de Morrer. Não tenho esse, não posso garantir se uma delas é não mudar, depois do banho, a lâmpada da casa de banho. Um cantor do meu tempo, Claude François, fê-lo e quinou. E há uma coisa que o autor de 100 Coisas a Fazer Antes de Morrer deveria saber: não se deve escorregar em casa e bater com a cabeça no chão. Ele, Dave Freeman, fê-lo aos 47 anos e acaba de morrer.

DN

fIGURAZINHA!!!!


domingo, 24 de agosto de 2008

O clone...


"Ele [José Sócrates] até anda a copiar o que eu já faço há muitos anos. Até já anda a oferecer computadores e a levar os velhinhos a passear pelo país..."

jÁ vIRAM bEM!?

Como é possivel Portugal ter ganho somente 2 medalhas nos Jogos Olimpicos 2008 e o S. L. Benfica ter ganho 3 Medalhas (!?!?!?) em Beijing...

sábado, 23 de agosto de 2008

fIGURINHA nÉ!!!!


Boa viagem Wender....

Britânico diz que é o melhor apesar da vitória de Évora

O atleta português Nélson Évora não se considera um super-homem por ter ganho a medalha de ouro, mas o segundo classificado do triplo salto, o britânico Phillips Idowu, define-se como o melhor na modalidade.
Idowu diz estar desapontado pelo segundo lugar, porque queria ir aos Jogos de Londres, em 2012, para defender a posição de campeão olímpico. “Eu queria uma [medalha] diferente, por isso é óbvio que isto foi uma grande desilusão para mim. Não existe melhor atleta do que eu”, disse o britânico de 29 anos à Reuters.O atleta ficou a cinco centímetros da melhor marca de Évora, os 17,67 metros que deram o ouro ao triplista português. Em declarações à Lusa, o português disse que "a frustração dele é culpa dele [referindo-se a Idowu]. Temos de ter sempre respeito pelos adversários e ele pensou que já tinha a medalha no bolso. Mas ela está comigo", sublinhou Évora.

Público

Sequestraram o patrão para receber pagamentos em falta


Um dos três operários suspeitos já foi condenado por tentativa de homicídio
O Tribunal de Aveiro adiou para segunda-feira o primeiro interrogatório a três homens acusados da prática de crimes de sequestro, coacção agravada e detenção de arma proibida. Um dos suspeitos foi condenado recentemente por homicídio na forma tentada, tendo recorrido da sentença. Atendendo à moldura penal em causa, ficaram em liberdade.A vítima, construtor civil na casa dos 35 anos, residente em Vagos, alegadamente devia dinheiro a um dos autores a quem subcontratava certos trabalhos. Quando teve oportunidade, foi denunciar o caso à GNR onde se apresentou "com medo e a pedir refúgio", apurou o DN .Os suspeitos, de 21, 24 e 45 anos, operários também residentes no concelho vaguense, terão mantido sob sequestro o indivíduo na quarta-feira, numa garagem na Quinta da Bela Vista, arredores de Aveiro, onde estavam a fazer obras. Segundo fonte policial, terão ameaçado o patrão "durante várias horas" com uma arma de fogo "apontada à cabeça" exigindo-lhe o "imediato" pagamento de uma dívida que tinha para um deles, cerca de 2 a 3 mil euros. Um morador que passava nas imediações ainda tentou intervir mas o grupo ameaçou-o "fazendo desaparecer". Segundo relato policial, a vítima foi ameaçada de que "seria morta e atirada ao rio", no caso ao Rio Boco, em Vagos, se não entregasse o dinheiro mas, ao fim de algum tempo, acabaria por conseguir que fosse libertado, convencendo os alegados sequestradores que tinha forma de angariar a quantia reclamada. Abandonou o local, sem a viatura e o telemóvel retidos pelos suspeitos "supostamente como garantia".O homem, que terá um historial de dívidas aos trabalhadores que contrata, acabou por ir bater à porta da GNR "em pânico", tendo o caso passado para a alçada da PJ de Aveiro que recuperou os bens na posse dos suspeitos, bem como a pistola.Um dos suspeitos tinha sido condenado a pena de prisão efectiva por homicídio na forma tentada, estando a aguardar em liberdade o recurso da sentença. Ficou há cerca de um mês sem vigilância electrónica.


DN

Caminhos de "Santavelino"...


Avelino Ferreira Torres negou ontem no Tribunal do Marco de Canaveses ter sido, enquanto presidente de câmara, o impulsionador da construção de um caminho público na localidade de Avessadas, onde na qualidade de empresário, o próprio viria a adquirir propriedades valorizadas pela construção do acesso.
O ex-homem forte do Marco alegou que a construção do acesso se deveu à pressão da junta de freguesia e que apenas comprou os terrenos depois de o caminho estar concluído. O presidente da junta, eleito pelo CDS-PP – partido que Torres representou durante mais de vinte anos na Câmara – confirmou a versão de Ferreira Torres e disse que o caminho facilitava o acesso a um santuário.

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Sandro Lourenço entregou-se hoje no Estabelecimento Prisional de Alcoentre

O homem detido no dia 11 de Agosto em Loures, quando alegadamente furtava materiais de construção, e que fugiu da prisão em 2000, entregou-se hoje no Estabelecimento Prisional de Alcoentre, disse à Lusa a Direcção-Geral dos Serviços Prisionais.
Parece incrível que ainda haja alguem neste País que defenda os ciganos! São uma etnia completamente parasita e improdutiva que vive à custa dos nossos impostos. Vigarisam, roubam e traficam a maior parte da droga que mata os nossos filhos. Nunca se quiseram integrar nas sociedades que os acolhem nem mandam os filhos à escola porque a escola não os ensina a roubar. Alguem conhece algum cigano com uma profissão como todos os outros cidadãos, e que acrescente alguma coisa ao País, para além duma chusma de ciganitos que depois de bem ensinados se transformam em futuros ladrões? Eu não conheço; para além, é claro, dos dois ou três que aparecem sempre nos jornais como exemplo.

Crise olímpica


Presidente do COP assumiu ontem que os objectivos propostos no contrato-programa para Pequim falharam. O investimento do Governo não terá retorno em pódios
A cinco dias do encerramento de Pequim 2008, o Comité Olímpico Português (COP) assumiu já a sua derrota. Vicente Moura não resistiu ao salto falhado de Naide Gomes, ao quarto lugar de Gustavo Lima, às criticas de Vanessa Fernandes, à falta de brio de alguns atletas, ao ambiente de completa revolta instalado na comitiva e, sobretudo, à fuga das medalhas que o próprio prometeu ao País e ao Governo. É que por essa "promessa" (quatro medalhas e 60 pontos) o presidente do COP recebeu 14 milhões de euros, num contrato ("Projecto Pequim") assinado em 2005.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Pai da criança morta fugiu da prisão

O pai de Paulo Salazar, rapaz de 13 anos que foi abatido a tiro pela GNR numa perseguição na zona de Loures, segunda-feira à noite, depois de a família ser apanhada a roubar, enganou ontem o tribunal. Identificou-se como José Lourenço, nome que consta no bilhete de identidade falsificado, mas na realidade chama-se Sandro. Fontes judiciais e policiais asseguram ao CM tratar-se de um foragido da cadeia de Alcoentre, por crimes de roubo, mas quando perceberam o juiz já o tinha ontem libertado.

CM

Lourdes rouba peregrinos a Fátima


Santuário vazio em dia de peregrinação
Ao contrário do que é habitual na "peregrinação dos imigrantes", o recinto do Santuário de Fátima encontrava-se vazio, ontem à tarde, no começo das celebrações do 13 de Agosto. Não é habitual, mas também não era uma surpresa para o reitor, monsenhor Luciano Guerra nem para os peregrinos.Carlos Silva, 50 anos, natural de Viseu, taxista em Londres há 19, diz que "a ausência das pessoas se deve às dificuldades que estão a atravessar". Também a sua família enfrenta "maiores problemas do que é costume", mas, mesmo assim, "em Londres vive-se melhor do que aqui", afirma, referindo-se a Portugal. A sua geração de emigrantes ainda "saiu em bom tempo", conta, para falar "chocado" do caso de um conterrâneo maltratado em Inglaterra: um vizinho, no prédio onde se encontra de férias em Viseu, "foi levado por portugueses, com promessas de trabalho e depois teve que dormir na rua". É um caso entre tantos, admite, "e não só em Inglaterra", assegura, porque com a sua profissão acaba por "saber muita coisa". Já monsenhor Luciano Guerra, reitor cessante do Santuário, atribui a reduzida participação de crentes nesta peregrinação de Agosto, também às celebrações dos 150 anos do Santuário de Lourdes. "Eles - [responsáveis pelo Santuário de Lourdes] - recebem cerca de 6,5 milhões de peregrinos", por norma; este ano contam com uns "8,5 milhões", disse na conferência de imprensa anual, ontem à tarde. "Se os 2,5 milhões a mais que são esperados em Lourdes viessem a Fátima não seriam menos do que o habitual ", rematou . Mas, mesmo sendo poucos, já a meio da tarde, muitos fiéis se preparavam para passar a noite no recinto; nos colchões, as crianças dormiam a sesta ao som dos cânticos religiosos.


DN

E NINGUÉM DISSE: 'PARA ONDE ME LEVASTE, RAPAZ?'


Um oficial da GNR chamou "homicídio" ao que aconteceu em Loures. O oficial, admitindo que foi tiro de um soldado da GNR que baleou o garoto, acrescentou: "Resta saber como ocorreu." Fico tranquilo por viver num país onde os polícias não podem usar a força de forma desproporcionada - disparar contra carros, mesmo com potenciais criminosos lá dentro, está sujeito a regras. Estas, vejo-as reconhecidas pelas autoridades e pelas leis, o que me garante que o homicídio será investigado, julgado e o homicida, se for caso disso (porque pode não ser), condenado. Sobre isso estou mais tranquilo com o meu país do que estava há alguns anos. O que me preocupa mais no meu país é que haja um pai e um tio que levam um garoto de 13 anos para um assalto. E que, entre os que falaram em nome daquela família, não tenha havido nenhuma crítica à irresponsabilidade dos dois homens. Balanço: há maior controlo da polícia e ainda bem. Vamos precisar dela porque temos bandidos mais rascas.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Basta de chico-espertismo


Acho que chegou o tempo de dizermos "basta!" ao chico-espertismo, à desconsideração, à falta de respeito que grassam na nossa sociedade e que é facilitada com a falsa ideia, que por vezes passa, de que só temos direitos e não deveres.
No dia 11/08/2008, dirigi-me ao Centro Comercial ?Guimarães Shopping? sito em Guimarães. Faltavam alguns minutos para as 22:00 horas e não quis deixar de satisfazer o desejo da minha filha de comer um gelado. Aí chegado, dirigi-me ao espaço comercial da ?Olá? situado no 1.º andar junto às escadas rolantes, em passo lesto, porque faltavam dois minutos para as 22:00 horas e eu suspeitava que esta seria a hora de encerramento desse espaço.
Quando lá cheguei - antes das 22:00 horas - estava um grupo de clientes a ser atendido e que já tinha pago os gelados e, na fila da caixa registadora, além de mim e das minhas filhas, estava um cliente à minha frente, à espera de ser atendido.
A espera não foi muita! Cerca de um minuto depois, quando aguardávamos que uma das duas empregadas nos atendessem - não havia mais clientes atrás de mim - fomos surpreendidos pela declaração de uma das funcionárias que nos comunicou que a partir daquele momento estavam encerrados, ao mesmo tempo que colocava uma espécie de painel na caixa registadora e que apagava as luzes daquele espaço. Incrédulo, ainda balbuciei um “Estão encerrados?!” ao que a funcionária, com um ar inflexível, me disparava um seco “Sim”. O cliente que me antecedia não conseguiu mais do que um olhar inexpressivo, enquanto se afastava do local, silencioso.
Senti-me tentado a pedir o Livro de Reclamações para lavrar o meu protesto escrito, mas depois antevi uma discussão inútil porque certamente a dita funcionária iria esgrimir o facto de já ter encerrado e não ter de me fornecer o Livro de Reclamações e eu ver-me-ia obrigado a solicitar a presença da PSP, para ver cumprida a lei.
Antevi a discussão, os incómodos e o desperdício dos meios - a PSP, decerto teria coisas mais importantes para fazer do que fazer deslocar uma viatura ao Centro Comercial - e, francamente, um gelado não valia isso. Mas senti-me profundamente revoltado.
Não é pelo gelado que pouco vale, é pelos princípios, pelo respeito pelos outros, pela consideração que todos devíamos merecer.
Enquanto me vinha embora não pude deixar de passar em revista as incivilidades com que frequentemente me deparo, desde o caroço da maçã, as cascas de laranja, a lata de refrigerante ou a garrafa de cerveja, que são arremessadas das viaturas que circulam nas nossas estradas, ou o insulto fácil do condutor que nos atinge quando demoramos, mais do que ele pretendia, a ultrapassar outra viatura e o obrigamos, embora por breves momentos, a respeitar os limites de velocidade, até concluirmos a manobra, não lhe dando o privilégio da equiparação a viatura em missão urgente de socorro, com total impunidade, a que se acha com direito.
Ou quando abrimos a porta a alguém e lhe permitimos a passagem, ou damos a prerrogativa a alguém de executar uma manobra estradal sendo nosso o direito a executá-la, sem que, em qualquer caso, nos seja dirigido um simples obrigado, como se exigia a uma mente minimamente cordata, como se nós fôssemos obrigados a abrir portas a alguém ou a ceder a prioridade na estrada a que temos direito.
Acho que chegou o tempo de dizermos "Basta!"ao chico-espertismo, à desconsideração, à falta de respeito que grassam na nossa sociedade e que é facilitada com a falsa ideia, que por vezes passa, de que só temos direitos e não deveres.
O problema é nosso e só nós somos responsáveis pelo estado de coisas a que chegamos. É urgente incrementar efectivamente aulas de educação cívica a começar logo no ensino básico para que as crianças – os homens e mulheres de amanhã – possam ter uma outra educação e consideração pelo próximo e mesmo partilharem em casa tais princípios, quando eles aí não existam.
Resta-nos a esperança de que as referenciadas situações não sejam apanágio da maioria dos portugueses, como cremos que não são.

kODAK's dIÁRIOS


Braga - Av. Central, anos 50

kODAK's dIÁRIOS


Braga - Praça da República
Os edifícios em frente são, da esquerda para a direita, o CYNEMATOGRAPHO, o BANCO DO MINHO e o HOTEL FRANCFORT. As pessoas, com um ar domingueiro, denotam marcadamente a sua condição de citadinos ou rurais. Vê-se muito bem a linha do eléctrico, ou talvez do "americano", o "kiosk", muito novo, parecido com o que existe ainda hoje em frente à Brasileira e, à direita, o Jardim Público, bem ao gosto romântico, semelhante aos únicos dois, penso eu, que sobrevivem em Portugal: o da Estrela, em Lisboa, e o de S. Lázaro, no Porto. Em primeiro plano, um bonito candeeiro a gás com um reclamo a uma "AGENCIA DE PUBLICAÇÕES".Se o relógio do banco estava certo, eram 4 e 5 da tarde.

Portugueses sabem que são enganados

Mais de 60 por cento dos portugueses tem consciência que as traições nas relações amorosas e as fraudes nas escolas ou universidades representam um problema no país e estão a crescer na última década, segundo um estudo realizado pela GfK.
Dentro das relações amorosas, 58 por cento dos portugueses sabe que esta é uma área onde enganar é habitual no nosso país. Em relação à fraude nas escolas ou universidades, vulgo «copianço», entre outras formas de enganar, 65 por cento dos portugueses tem consciência que é um facto a nível nacional.
A análise comparou com os resultados de há 10 anos, sendo que 49 por cento dos portugueses acham que agora há mais vigarice no amor e 41 por cento percepciona que os enganos no ensino estão a aumentar.
Este estudo foi realizado este ano em 19 países. Nas traições amorosas, a Turquia, a Hungria, a Grécia e os EUA batem recordes. Já nas fraudes na escola ou na universidade, a Turquia lidera novamente a tabela, seguida pela Índia e pela Itália.

PD

Empresário entregou chaves da empresa nas Finanças em protesto contra acção do Estado


Um empresário decidiu suspender o trabalho de uma fábrica têxtil da Covilhã e entregar as chaves nos serviços de Finanças, em protesto contra a acção do Estado, disse hoje o próprio à Agência Lusa.O empresário António Lopes protesta contra o facto da firma ser alvo de penhoras por dívidas ao fisco, mas ao mesmo tempo ter verbas bloqueadas e acesso à banca vedado devido ao atraso de decisões judiciais. António Lopes reabriu a fábrica de fiação depois de a ter adquirido em Dezembro de 2005, num processo de insolvência no Tribunal da Covilhã, mas até hoje nunca houve trânsito em julgado da aquisição. A recuperação da empresa "tem sido feita com capital próprio dos gerentes, porque sem o processo concluído, não temos acesso à banca", disse o empresário. Por outro lado, "a Fiper depende do trânsito em julgado para boa cobrança de 388 mil euros de IVA, ao passo que as dívidas ao fisco são de 36 mil euros. É fácil fazer as contas", desabafou António Lopes. Uma notificação de uma penhora, recebida no dia 06 de Agosto, foi a gota de água que fez transbordar o copo. "Temos dinheiro para a pagar, mas já chega de brincadeira", disse. Simbolicamente António Lopes entregou as suas próprias chaves [da empresa] ao chefe da repartição de Finanças [da Covilhã] naquele dia. "Já não basta limitarem a nossa gestão, ainda nos querem levar o dinheiro que temos disponível. Se é assim, que venham gerir a fábrica", justificou. "As chaves lá estão, a empresa está encerrada e os 48 trabalhadores estão de férias. É nossa intenção continuar assim que seja revogada a penhora", sublinhou. António Lopes entende a situação da sua empresa como "um alerta" para o Governo. "Não podemos com o nosso silêncio ser cúmplices do que consideramos ser a destruição das pequenas e médias empresas", afirmou. "Num país onde 20 por cento dos empregados têm ordenados penhorados, mais de 200 mil empresas têm dívidas ao fisco e 50 mil empresários estão ou vão estar com processos crime, há que perguntar: temos um Governo ou uma comissão liquidatária", questionou. "Do que as empresas precisam é que o Estado pague o IVA que lhes deve, com a mesma diligência com que exige", concluiu, defendendo ainda apoios indexados à produtividade. Contactado pela Agência Lusa, Luís Garra, presidente do Sindicato Têxtil da Beira Baixa reservou uma posição para outra ocasião, enquanto o director da repartição de Finanças da Covilhã, Luís Gravito, declinou também quaisquer esclarecimentos sobre o assunto, alegando sigilo na relação entre a administração fiscal e os contribuintes.


Lusa

OS CIGANOS E A POBREZA 'PLAYSTATION'


Anda por aí um pingue-pongue na imprensa por causa dos ciganos. Tudo começou com os conflitos na Quinta da Fonte, e aquilo que se veio a descobrir depois: que a maior parte das famílias ciganas ali alojadas tinha rendas de casa abaixo dos cinco euros por mês e que, mesmo assim, não as pagava. Mais do que isso: não se compreendia como é que pessoas incapazes de cumprir com as suas responsabilidades mais básicas se queixavam depois de terem sido assaltadas por gente que lhes levara... o DVD, o plasma e a Playstation das crianças. Foi esta pobreza Playstation, chamemos-lhe assim, mais a percentagem absurda de ciganos que recebe o rendimento de reinserção social, que deu origem a vários textos indignados sobre a forma como a comunidade se coloca à sombra de um Estado que tudo dá e nada recebe em troca. Ou, como resumiu Miguel Sousa Tavares, os ciganos "não podem ser cidadãos para os direitos e marginais para os deveres".Claro que textos a criticarem etnias dão imediatamente origem a textos a defender etnias. Rui Tavares despachou a coisa com um "preconceito anticigano" que se "agarra a tudo e pode fugir ao controlo", dando como exemplo a absurda discriminação que está a ocorrer em Itália, e sugerindo, entre a ironia e a demagogia, que ainda se vai descobrir que foram os ciganos "que raptaram Maddie" ou que "estão por detrás do escândalo Casa Pia". Eu percebo o ponto de Rui Tavares, e sei os perigos que acarreta iniciar nesta terra qualquer conversa sobre "os ciganos". Ninguém duvida que se trata da comunidade mais impopular (para utilizar uma palavra simpática) de Portugal, e que o discurso sobre a subsidiodependência dos ciganos tende a curvar rapidamente na direcção do mais reles racismo. A questão é esta: será que, para fugirmos a esse tipo de acusações, estamos condenados a silenciar aquilo que são problemas evidentes de uma comunidade e um comportamento imoral de parte significativa dos seus membros?Não vale a pena fingir que as comunidades são todas iguais: há uma longa história de resistência à integração por parte dos ciganos, que em última análise é a causa dos problemas actuais. Sem dúvida que foi essa resistência que lhes permitiu chegarem até hoje com uma cultura própria, a muitos títulos admirável - só que nos bairros sociais é difícil encontrar gente interessada nas maravilhas da sociologia e da antropologia. Para um lado ou para o outro, convém sobretudo não sermos ingénuos. Se os ciganos estão a habitar casas com rendas de cinco euros não é porque as câmaras sejam dadas à caridade, mas porque é esse o preço que estão dispostas a pagar pela sua sedentarização. E, se os ciganos não pagam essas rendas, é porque sabem que as câmaras engolem o atrevimento, desde que eles fiquem quietinhos a um canto. Quando não ficam quietinhos... bom, quando não ficam quietinhos, esta frágil rede de hipocrisias estala - e aí, o "problema cigano" reaparece.


DN

domingo, 10 de agosto de 2008

fIGURAS TRISTES


A CGTP incitou as operárias da têxtil Meneses & Pacheco a acamparem à porta das instalações da fábrica para evitar a retirada das máquinas

Disse-lhes que tinha accionado um processo judicial, mas afinal não tratara de nada. As trabalhadoras acusam a central sindical de as usar como tropa de choque para manter a agitação. A intervenção de um advogado desmontou o ‘esquema’ e permitiu às operárias regressarem a casa.
Em simultâneo, Franclim Ferreira, um advogado estranho ao sindicato informou-as que uma simples providência cautelar de arresto teria feito com que fossem para casa em dois ou três dias.
«Há mulheres com filhos pequenos que estiveram aqui semanas sem condições nenhumas. Isto é uma vergonha. Sentimo-nos enganadas. Penso que daria jeito ao sindicato que a gente estivesse ali» , disse Rosa Gomes.

sábado, 9 de agosto de 2008

kODAK's dIÁRIOS


Braga anos 70'

kODAK's dIÁRIOS


Braga anos 80'

fIGUROTE


O Secretário...

vOTAR jAMAIS!!!

Carlos Candal com reforma de 2500 euro

O político socialista de Aveiro Carlos Candal, polémico graças ao "breve manifesto anti-Portas em português suave", estará reformado a partir do próximo mês de Setembro.
Conforme se pode constatar na lista da Caixa Geral de Aposentações para o próximo mês, o antigo deputado socialista tem direito a 2510 euros/mês de reforma pelos anos em que foi eleito parlamentar.
Advogado de profissão, nascido em 1938, Candal protagonizou uma acesa polémica em 1995 quando se candidatou pelo PS em Aveiro e decidiu escrever um "manifesto em português suave" no qual expunha a sua versão sobre a vida pessoal de Paulo Portas, seu opositor, candidato pelo CDS-PP.
Candal foi eleito deputado pelo PS nas primeiras Legislativas em 1976 e também em 1980, 1985 e 1995. Foi eurodeputado do PS, concorrendo em 1999, funções que cessou em 2004, aquando das Europeias.

CM

Homem que dizia ser Jesus Cristo foi condenado




Um alemão de 28 anos, que acredita ser a reencarnação de Jesus Cristo e que se pendurou no papamóvel, no Vaticano, em Junho de 2007, foi condenado esta terça-feira a submeter-se a terapia, informou a justiça alemã, segundo o site globo.com.
O rapaz foi condenado a quatro anos de prisão sob fiança e a seguir um tratamento psiquiátrico. O tribunal de Waldshut-Tiengen decidiu que não deverá ser internado se respeitar as condições da sentença.
Em Junho de 2007, o alemão, que acreditava ser a reencarnação de Jesus, avançou uma barreira de segurança e agarrou-se à parte traseira do papamóvel, onde estava o Papa Bento XVI, na Praça de São Pedro. O homem foi imediatamente detido pelos serviços de segurança e levado Itália onde foi visto por um médico.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

fIGURAÇA


Vale e Azevedo condenado a mais cinco anos de prisão.

vOTAR jAMAIS!!!

Autarquia de Faro decide condecorar José Sócrates com a medalha de ouro da cidade, pela criação de curso de Medicina no Algarve. Oposição considera excessiva a condecoração, mas mostra-se disponível para "avaliar a atribuição da Medalha de Mérito grau Ouro".
Autarquia de Faro decide condecorar José Sócrates com a medalha de ouro da cidade, pela criação de curso de Medicina no Algarve.

Barbearia à espera de salvação


O relógio não pára para a Barbearia Matos, a casa histórica da Rua do Souto. Setembro poderá ser decisivo para o encerramento do espaço nos moldes actuais, caso a Câmara não declare, finalmente, o interesse municipal.
O subarrendatário, Manuel Matos, que seguiu o negócio do pai há várias décadas, teme que a Barbearia Matos possa ser integrada, de forma incaracterística, no futuro projecto comercial para o edifício, perdendo, assim, aquilo que a torna única. Apesar do Instituto de Gestãodo Património Arquitectónico e Arqueológico (IGESPAR) ter dado um parecer positivo à declaração de interesse municipal, transferindo o processo para as mãos da autarquia, nada mudou até à data.
Depois de o Tribunal ter decretado o despejo e o encerramento da barbearia, devido à fragilidade do contrato de arrendamento inicial, só esta figura de protecção a poderá preservar no seu contexto natural, como património da cidade reconhecido por todos os bracarenses. Recentemente, um defensor do espaço, situado na Casa Teodósio de Almeida, Miguel Coelho, cumprindo aquilo que considera ser uma "obrigação cívica", interpelou ambas as entidades no sentido de apurar o ponto da situação As respostas não podiam ser mais surpreendentes.
Em documentação a que o JN teve acesso, a Câmara informa ter o processo em aberto, não só da barbearia mas também do salão egípcio, mas dependente de um parecer do IGESPAR que "até à presente data não se pronunciou". Aquele organismo declara, por seu turno, que não voltará a pronunciar-se sobre a situação já o tendo feito, quando, em 2006, propôs o interesse municipal.
Numa atitude que o presidente da Associação para a Protecção e Defesa do Património Natural e Construído da Cidade de Braga (ASPA), Armando Malheiro, chama de "cinismo politiqueiro", mantém-se a indefinição quanto ao futuro de ambos os espaços. No caso da barbearia, Manuel Matos tem feito de tudo para adiar a saída, negociando datas com o proprietário. O mês que vem poderá ser determinante.
"Há a possibilidade de se transferir a barbearia para o interior do espaço comercial, mas, desta forma, muito se perderá, desde o mobiliário até aos azulejos", revela o barbeiro. O ideal era manter tudo como o original, com o barbeiro em actividade, consideram os defensores do local.


JN

terça-feira, 5 de agosto de 2008

kODAK's dIÁRIOS


...mais ficção!!!

kODAK's dIÁRIOS


O Novo Hospital de Braga!!... pura ficção

fIGURINHAS


O Senhor Presidente Empreiteiro Salvador

Cantina de hospital público usada para jogo secreto


Instalações da unidade de saúde pública serviram para dezenas de participantes conhecerem esquema para ganhar dinheiro fácil .
A cafetaria dos funcionários do Hospital de Magalhães Lemos, no Porto, serviu, na semana passada, um jantar a um conjunto de pessoas envolvidas no chamado "jogo da roda", um esquema de multiplicação de dinheiro através da captação de novos membros para o jogo, também conhecido por "bolha".
O encontro - no qual participaram cerca de 40 pessoas, na maioria homens entre os 25 e os 55 anos - decorreu no bar concessionado daquela unidade hospitalar onde se pode ler claramente à porta: "Estas instalações são para uso exclusivo dos funcionários do Ministério da Saúde". Uma excepção foi, no entanto, aberta para os participantes na célula do "jogo da roda". O presidente do Conselho de Administração do "Magalhães Lemos" confirma a cedência das instalações, embora afirme "não se recordar" para que efeito.
Os primeiros jogadores começam a chegar por volta das 20.30 horas. A primeira barreira para entrar no hospital é ultrapassada com facilidade, uma vez que basta dizer "vimos para um jantar" que o funcionário da portaria levanta logo a cancela e indica ainda o local exacto do encontro, realizado nas instalações de uso exclusivo dos funcionários do Ministério da Saúde.
O "jogo da roda", cuja legalidade divide especialistas, funciona em quatro níveis e num esquema em que cada jogador entra com uma quantia pré-definida de dinheiro, tendo que angariar mais pessoas para entrar no jogo. Por exemplo: quem entrar com mil euros pode vir a ganhar oito mil euros.
Nas rodas em que cada jogador entra com dez mil euros, quando chegar ao centro, tem a possibilidade de ganhar oitenta mil (ver infografia de funcionamento ao lado). A cada "roda" dá-se o nome de "curso" e cria-se um nome para esse "curso". Os "alunos ou apoios" (que integram cada jogo, ou "roda") são identificados e controlados pela organização através das suas alcunhas.
Para o esclarecimento e aliciamento dos membros e futuros candidatos são organizados jantares periódicos (geralmente semanais) ou encontros informais em bares, cafés ou hotéis, mas sempre num lugar diferente. A hora e o local dos encontros são comunicados aos jogadores no dia do próprio encontro e, não raramente, com apenas umas horas de antecedência.
As trocas de dinheiro, feitas habitualmente em numerário, ocorrem normalmente no início ou no fim do encontro.
No caso da reunião no "Magalhães Lemos", no entanto, não foi possível confirmar a existência deste procedimento. O que se cumpriu na "cantina" do hospital foi o habitual desligar de telemóveis já com as portas fechadas (o telemóvel pessoal e o segundo telemóvel que os jogadores têm para trocar as mensagens relativas aos encontros do jogo). É a partir desse momento que um dos elementos da organização começa por perguntar como correu o "trabalho" da semana (a angariação de novos elementos), questiona sobre as dificuldades que sentiram na aquisição dos jogadores e se precisam de ajuda, ou seja, novas dicas e conselhos para os participantes conseguirem recrutar mais pessoas. É também tempo de apelar a mais trabalho, ou seja, angariar novos elementos para este jogo de "investimento", aposta e risco que muitos consideram um "part-time".


JN

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

fIGURONAS (2)


Então mas as gajas boas mesmo boas são em Ermesinde ou em Felgueiras?

kODAK's dIÁRIOS


Braga em 1900

kODAK's dIÁRIOS


Braga em 2008

Gorjetas nos restaurantes são para declarar no IRS




Restaurantes fazem guia de boas práticas com as Finanças para prevenir incumprimentos.


Sabia que as gratificações ou «gorjetas» dadas aos empregados de mesa e de balcão nos restaurantes têm de ser declaradas no IRS e estão sujeitas a uma taxa de 10% no IRS? Ou que a taxa de IVA que paga por uma sandes é diferente da que paga por um bolo (20% no último caso e 12% no primeiro)?
Estes são alguns dos esclarecimentos que contam do «Guia das Boas Práticas Fiscais para o Sector da Restauração», que segundo o «Diário Económico», foi elaborado em conjunto pela Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) e pela Associação de Restauração e Similares de Portugal (ARESP).
O objectivo deste guia é prevenir «eventuais incumprimentos involuntários por desconhecimento das regras fiscais, num sector de actividade caracterizado por muitas pequenas empresas familiares com dificuldades de recurso a consultores para a resolução dos seus problemas», explica ao mesmo jornal, o Ministério das Finanças.




PD

IVA a 21% para estacionar em Guimarães


Os serviços da Camara Municipal de Guimarães esqueceram-se que o IVA desceu. Passados 30 dias, as famosas maquinas que se mete dinheiro e não dao troco, continuam a emitir taloes com taxa de IVA a 21%.
Mais uma situação lamentavel, de uma Camara que pouco se interessa pelos contribuintes.

domingo, 3 de agosto de 2008

fIGURONAS


Senhora de Fátima

Corrupção Intemporal


Não existe república, qualquer que seja a maneira como é governada, onde haja mais de quarenta a cinquenta cidadãos que chegam a postos de comando. Ora, como é um número muito pequeno, é fácil mantê-los sob controle, seja tomando a decisão de suprimi-los, seja dando a cada um a parcela de honras e empregos que lhes convém.


Maquiavel

sábado, 2 de agosto de 2008

eSTRELA (2)


Depois...

eSTRELA (1)


Antes...

fIGURÕES


HITLER vs. MUGABE

kODAK's dIÁRIOS



A entrada ou saída da cidade!?

ISTO QUE ANDA TUDO LIGADO, ANDA

Cristiano Ronaldo foi a Pombal ao dentista e, segundo o jornal Marca, veio de lá com um diagnóstico que o atravessava de cima a baixo: uma má placa dentária é que lhe causou a lesão no tornozelo a que foi operado. O DN foi apurar o mistério, ouviu o dentista, e soube que não era bem assim. Quer dizer, há sempre uma ligação: o ex-presidente americano Gerald Ford quando mascava chiclete, não andava. Mas Ford era burro, nunca fazia duas coisas ao mesmo tempo; já Cristiano Ronaldo são duas pernas inteligentíssimas. O dentista de Pombal não fez a ligação directa caninos-tornozelo, mas foi incisivo: "Uma boca desequilibrada provoca rendimentos desequilibrados." A fórmula dentária, e não só, é boa. Uma palavra mal dita pode custar caro. Joe Berardo deu uma boca desequilibrada ("aldrabices") sobre Jardim Gonçalves e este pede-lhe uma indemnização desequilibradora (500 mil euros). "Uma quantia simbólica", disse o ex-banqueiro. Caíram-me os queixos aos pés.

DN

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Sócrates + amor + Câncio



O JORNALISMO DE JPP - Fernanda Câncio
Pergunta: "Escreve num jornal onde há uma cruzada declarada contra José Sócrates?" Resposta: "Sim, com que eu na maioria dos casos estou de acordo." As frases entre aspas fazem parte de uma entrevista a José Pacheco Pereira conduzida por João Céu e Silva e publicada esta semana no DN.O entrevistado escreve e opina em muitos meios - e sobre um deles, o seu blogue Abrupto, diz na mesma entrevista que lhe dá "mais poder" que "uma secretaria de Estado" - mas o único jornal da sua carteira pessoal de intervenções é o diário Público. Assim, ficamos a saber que Pacheco Pereira não só admite existir "uma cruzada declarada contra José Sócrates" por parte do Público, como está "na maioria dos casos de acordo".Este, não haja confusões, é o mesmo Pacheco Pereira que escreveu uma inteira e indignada coluna no mesmíssimo Público sobre a forma como a sua candidata à liderança do PSD, Manuela Ferreira Leite, foi enquadrada na entrevista que deu a Judite de Sousa na RTP, sustentando a tese de que ela, ao contrário do que se passou com os outros candidatos, fora sempre filmada em grande plano com o intuito de, subliminarmente, lhe causar dano (para mostrar a idade, as rugas, etc.). É o mesmo Pacheco Pereira que dia sim dia sim se insurge contra "a governamentalização da RTP", o mesmo Pacheco Pereira que está sempre vigilante em relação a qualquer coisa que possa parecer-lhe, em qualquer meio de comunicação social, favorável ao Governo em funções - ou não suficientemente desfavorável? - e que quando o Público lançou dúvidas sobre o currículo académico do primeiro- -ministro vergastou os órgãos de comunicação social que não seguiram logo "a pista" (ou seja, na linguagem de Pacheco Pereira, "a cruzada").O mesmo Pacheco Pereira que, comentador na SIC Notícias, colunista na Sábado e no Público e de um modo geral ouvido por tudo e todos sobre todos e tudo, fala de "silenciamento das opiniões contrárias", insinuando a existência de uma conspiração para calar os que, como ele, "não se calam", o mesmo Pacheco Pereira que quando o seu blogue foi alvo do ataque de um hacker divisava já no facto uma perseguição política. O mesmo Pacheco Pereira que passa a vida a arremeter contra "o jornalismo de causas" que, não se cansa de repetir, "não é jornalismo". É este Pacheco Pereira, o impoluto defensor do jornalismo "imparcial" e "objectivo", que afinal alinha em "cruzadas declaradas" por jornais - e, fazendo-lhe a justiça de não o considerar néscio nem sequer distraído, não se coloca a hipótese de ele ignorar que "cruzada" equivale, em qualquer dicionário, a guerra santa, assim a modos que o contrário de imparcialidade e busca da verdade.Parece no entanto que a afirmação passou sem grandes comentários ou ondas. No Público, não houve, até ver, desmentidos nem respostas àquele que foi, muito recentemente, seu director por um dia. O Conselho de Redacção do jornal não reagiu nem se ouviram pedidos de apreciação/intervenção por parte da Entidade Reguladora. Deve ser pois pacífico: o Público, cujo director não se coíbe de escrever sobre as "agendas políticas" de outros jornalistas e ministrar pretensas lições de deontologia, faz cruzadas declaradas contra pessoas. E um dos intelectuais mais reputados do regime, o tal que abjura "o jornalismo de causas", aprova. Peço que me perdoem, mas a falta de vergonha às vezes ainda me espanta. Coisas de jornalista.


DN

quarta-feira, 30 de julho de 2008

kODAK's dIÁRIOS


Congresso Eucarístico Nacional de Braga, em 1924

vOTAR j'AMAIS!!!

Administrações custaram 34 milhões em 2007

Empresas públicas. Valor médio de 445 mil euros caiu 1% face a 2006Finanças corrigem dados do relatório sobre sector empresarial do Estado Cada administração de empresa pública teve uma remuneração global média de 445 mil euros no ano passado, revelou ontem o secretário de Estado do Tesouro e Finanças. Costa Pina adiantou que o valor traduz uma descida de 1% face ao custo médio verificado em 2007. O valor, que é relativo a 77 das principais empresas do Estado, significa que a remuneração com os gestores públicos atingiu 34 milhões de euros - 26,8 milhões de euros mais 4,5 milhões de regalias e compensações e 2,8 milhões de euros de encargos com benefícios sociais. Este montante é superior ao valor referido no texto do relatório do sector empresarial do Estado em 2007 que apontava para um gasto médio por administração da ordem dos 349 mil euros para um custo total de 26,8 milhões de euros. Costa Pina corrigiu ainda os dados do relatório de 2007 sobre o sector empresarial do Estado em 2006 e que serviram de base ao um trabalho publicado ontem na edição do DN, que apontava para uma subida da ordem dos 30% entre 2006 e 2007 nos gastos com a remuneração dos gestores públicos, comparando os montantes revelados nos dois relatórios. Segundo o governante, que fez uma declaração a alguns órgãos de comunicação social, a soma de 20,3 milhões de euros relativa à remunerações das administrações em 2006 dizia respeito apenas a 51 empresas e não as 78 referidas no relatório. Costa Pina sublinhou que as somas dos dois anos não são comparáveis, conforme já adiantava o DN, não só porque o número de empresas é diferente, mas também porque os dados de 2006 incluem apenas a remuneração base, enquanto os de 2007 são mais completos. Costa Pina avançou ainda com uma remuneração média por empresa de 449 mil euros em 2006, quando o relatório para esse ano refere um valor médio de 398 mil euros. Por esclarecer ficou qual o montante total gasto com os gestores públicos em 2006 e o número de administradores do Estado.Perante as críticas de da Oposição sobre o alegado aumento de salários dos gestores públicos, Costa Pina frisou que houve casos de gestores que tiveram a remuneração reduzida em 10% a 15% em 2007 com o fim dos planos complementares de reforma (Águas de Portugal). O que é remuneraçãoO governante inclui outras regalias e compensações e encargos com benefícios sociais na remuneração global dos gestores Esta visão é contestada pelo presidente da ANA. Para Guilhermino Rodrigues, há rubricas, como encargos com o automóvel que não devem ser contabilizadas. No caso deste gestor, a remuneração do ano de 2007 foi de cerca de 106 mil euros, mas com regalias e encargos com benefícios sociais o valor chega aos 200 mil euros publicados pelo DN.

Lusa

Ficou sem 10 mil euros a troco de um "lugar no Céu"


Um homem com cerca de 80 anos, de Amarante, apresentou esta terça-feira queixa, no posto da GNR local, contra um casal que o terá vigarizado em 10 mil euros.
O idoso terá entregue de boa vontade o dinheiro, confiando que estaria a comprar "um lugar no Céu e no Lar da Misericórdia" local.
A vítima, residente em Vila Caiz, tinha ido ao banco "levantar juros bancários", segundo fonte policial. Depois, segundo uma testemunha, o casal "apresentava-se e era bem falante". Ele teria mais de 50 anos e ela cerca de 30.
O casal interpelou o idoso como membros da Santa Casa, numa das rua da cidade e persuadiram-no "com requintada eloquência" (diz a testemunha) a entregar a "doação" à instituição. O discurso foi tão convincente que, no diálogo, lembraram nomes de beneméritos que ficaram conhecidos na história do concelho.
O homem levantou o dinheiro e, depois, o casal pediu-lhe " para ir comprar dois selos, para enviar o contrato para a sua entrada no lar". Quando regressou, já o casal tinha desaparecido. Não obstante a queixa ser apresentada contra desconhecidos, a GNR afirma que não demorará a encontrar o rasto do casal.


JN