
A Polícia Judiciária fez quinta-feira quase 50 buscas simultâneas a empresas de construção civil por suspeita de fraude fiscal qualificada e associação criminosa, tendo sido constituídos 29 arguidos, alegadamente envolvidos numa rede de facturação falsa.
Segundo a PJ, a alegada rede mandava fazer e posteriormente vendia facturas falsas, emitidas em nome de empresas de construção civil, na sua maioria "sociedades unipessoais e empresas de vão de escada, sem instalações e com domicílios fiscais inexactos", o que as tornava dificilmente localizáveis.
As autoridades já identificaram centenas de sociedades comerciais, de Norte a Sul do país, que adquiriam as facturas, no valor total de mais de 57 milhões de euros, com o objectivo de as incluir na sua contabilidade, criando custos fictícios para abatimento fiscal em sede de IRC.
O esquema permitia ainda aos empresários deduzir ou receber reembolsos de impostos que não pagaram, em sede de IVA, provocando um prejuízo estimado para o Estado português que ascende a 11 milhões de euros.
Conduzida há cerca de um ano pela PJ e pela Direcção-Geral de Contribuições e Impostos, a Operação Tecto Falso foi realizada no seguimento de outras duas operações policiais, tendo, no total, sido feitas cerca de 150 buscas, constituídos 100 arguidos e detidas duas pessoas.
Segundo a PJ, a alegada rede mandava fazer e posteriormente vendia facturas falsas, emitidas em nome de empresas de construção civil, na sua maioria "sociedades unipessoais e empresas de vão de escada, sem instalações e com domicílios fiscais inexactos", o que as tornava dificilmente localizáveis.
As autoridades já identificaram centenas de sociedades comerciais, de Norte a Sul do país, que adquiriam as facturas, no valor total de mais de 57 milhões de euros, com o objectivo de as incluir na sua contabilidade, criando custos fictícios para abatimento fiscal em sede de IRC.
O esquema permitia ainda aos empresários deduzir ou receber reembolsos de impostos que não pagaram, em sede de IVA, provocando um prejuízo estimado para o Estado português que ascende a 11 milhões de euros.
Conduzida há cerca de um ano pela PJ e pela Direcção-Geral de Contribuições e Impostos, a Operação Tecto Falso foi realizada no seguimento de outras duas operações policiais, tendo, no total, sido feitas cerca de 150 buscas, constituídos 100 arguidos e detidas duas pessoas.
JN
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